Conto de Natal
Um amanhecer diferente
Era véspera de Natal, numa casa onde viviam três ou quatro pessoas ricas. Os seus filhos, todos os anos recebiam várias prendas como: PSPs, carros telecomandados, bonecas, nenucos, telemóveis dos melhores que há, violas, a Wii …
Eram muito mimados e gananciosos para com os amigos. Devia ser por isso que não tinham quase nenhuns.
Nesta altura festejavam poucas coisas: os feriados nacionais, o Natal, o Ano Novo…
Havia um pobre que dormia na rua ou em cabines telefónicas, mas tinha tinha muito bom coração. Sempre que tinha algo que pudesse dar aos outros, partilhava. Andava sempre a escutar e a ver o que aquela casa tinha de fascinante. Sempre pensou em ter uma casa onde pudesse ter um jantar (claramente) saboroso, à luz das velas, com uma lareira, a árvore de Natal rodeada de presentes…
-Quem me dera! – suspirou o pobre homem, um pouco triste.
Era a noite da véspera de Natal! O homem pobre via os miúdos daquela família a desembrulharem os presentes que recebiam.
Ele, muito triste, foi para um estábulo, que parecia ser o mesmo em que Jesus nascera.
Todavia, o homem, aqueceu-se muito bem na palha, até que pareceu ter visto as nuvens a fundirem-se, a formar uma cara, uma cara que o sol destruiu.
Aí, aconteceu um milagre: de repente, todos eles trocaram de vida. Os ricos ficaram pobres e o pobre ficou rico.
No início, o pobre ficou surpreendido com a grande reviravolta. Os ricos, esses então ficaram muitíssimo assustados e evidentemente cheios de frio e de fome e como sabiam o que era ter uma vida confortável, custou-lhes mesmo muito. Agora eram eles que observavam a casa dos ricos e sentiam como era a vida de pobre, pois só passando por privações é que se compreende.
Ao pobre, não lhe custou adaptar à nova vida, ele nunca tinha tido nada e agora tinha tudo. Para ele era novidade, mas era muito bom mesmo poder ter casa, roupa,conforto, comida …A partir desse momento, o pobre pôde ter a vida com que sempre desejou.
Foi aí que eu acordei, era dia 25 de Dezembro e ouvi a minha mãe a chamar-me para ir desembrulhar os presentes de Natal.
Alunos do 3º e 4º ano da EB1 de Murteira
Um amanhecer diferente
Era véspera de Natal, numa casa onde viviam três ou quatro pessoas ricas. Os seus filhos, todos os anos recebiam várias prendas como: PSPs, carros telecomandados, bonecas, nenucos, telemóveis dos melhores que há, violas, a Wii …
Eram muito mimados e gananciosos para com os amigos. Devia ser por isso que não tinham quase nenhuns.
Nesta altura festejavam poucas coisas: os feriados nacionais, o Natal, o Ano Novo…
Havia um pobre que dormia na rua ou em cabines telefónicas, mas tinha tinha muito bom coração. Sempre que tinha algo que pudesse dar aos outros, partilhava. Andava sempre a escutar e a ver o que aquela casa tinha de fascinante. Sempre pensou em ter uma casa onde pudesse ter um jantar (claramente) saboroso, à luz das velas, com uma lareira, a árvore de Natal rodeada de presentes…
-Quem me dera! – suspirou o pobre homem, um pouco triste.
Era a noite da véspera de Natal! O homem pobre via os miúdos daquela família a desembrulharem os presentes que recebiam.
Ele, muito triste, foi para um estábulo, que parecia ser o mesmo em que Jesus nascera.
Todavia, o homem, aqueceu-se muito bem na palha, até que pareceu ter visto as nuvens a fundirem-se, a formar uma cara, uma cara que o sol destruiu.
Aí, aconteceu um milagre: de repente, todos eles trocaram de vida. Os ricos ficaram pobres e o pobre ficou rico.
No início, o pobre ficou surpreendido com a grande reviravolta. Os ricos, esses então ficaram muitíssimo assustados e evidentemente cheios de frio e de fome e como sabiam o que era ter uma vida confortável, custou-lhes mesmo muito. Agora eram eles que observavam a casa dos ricos e sentiam como era a vida de pobre, pois só passando por privações é que se compreende.
Ao pobre, não lhe custou adaptar à nova vida, ele nunca tinha tido nada e agora tinha tudo. Para ele era novidade, mas era muito bom mesmo poder ter casa, roupa,conforto, comida …A partir desse momento, o pobre pôde ter a vida com que sempre desejou.
Foi aí que eu acordei, era dia 25 de Dezembro e ouvi a minha mãe a chamar-me para ir desembrulhar os presentes de Natal.
Alunos do 3º e 4º ano da EB1 de Murteira
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